Daniel Ferber's Weblog

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Refrigerador Consul CRM33D Frost Free

4 Março 2009 · Deixe um comentário

Compramos um refrigerador (ou geladeira) muito interessante e que recomendamos: é o Consul CRM33D Frost Free. Influenciou em nossa decisão o custo mais acessível deste modelo e uma quantidade suficiente dos recursos que considero essenciais para obter praticidade, eficiência e armazenamento duradouro de alimentos:

  • Dimensões pequenas
  • Baixo consumo de energia
  • Congelador de -18°C (ou seja, freezer de verdade)
  • Frost free, nunca precisa ser descongelado

Optamos por um modelo de aproximadamente de 280L e duas portas (congelador separado). Congelador a -18°C está disponível apenas para modelos a partir deste tamanho. Infelizmente, congeladores internos de aparelhos menores não atingem temperaturas abaixo de -6°C.

Estavam à disposição vários modelos semelhantes, da Brastemp, Consul e da Electrolux. O refrigerador Consul CRM33D foi o que melhor atendeu nestes requisitos sem agredir meu orçamento. Em algumas lojas, o CRM33D também é identificado como CRM30D. Não consegui encontrar diferenças entre os dois modelos, exceto na cor das peças de plástico no interior da geladeira.

De imediato, desistimos da Brastemp, muito mais cara e sem nenhum benefício adicional visível que justificasse pagar mais. Evitei a marca Electrolux pois seu consumo de energia elétrica é aproximadamente 50% maior que o da Consul. No orçamento mensal, a geladeira Electrolux pesaria R$80 em energia elétrica, a da Elextrolux, R$120.

Claro, muitos outros fatores também foram considerados a favor do Consul CRM33D Frost Free. Mas este artigo também discute pontos os negativos deste modelo.

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Decoração da Etna Home Store ilude visitantes

27 Fevereiro 2009 · Deixe um comentário

Na terça-feira de carnaval, visitei o Shopping Dom Pedro e passei rapidamente na Etna Home Store, uma grande loja de móveis e decoração. Além das peças em mostruário, eles expõem algumas sugestões interessantes para decoração de uma variedade de ambientes. Mas a Etna trapaceia nas medidas, iludindo o visitante sobre quanto realmente cabe no espaço disponível.

Foto da entrada do apartamento decoradoUma das exposições é um aconchegante apartamento, supostamente de 40m², projetado para um casal com bebê recém nascido (conforme explicado no cartaz informativo vermelho “Adaptar o espaço para um bebê”). Você pode ver ao lado uma foto da “entrada” deste apartamento, basta clicar sobre a imagem para aumentar.

Não é preciso sequer medir para descobrir que ePlanta do apartamentosta decoração ocupa uma espaço bem maior que 40m²! A enganação é visível a olho nu. Você pode visualizar a planta clicando sobre o desenho da mesma. Trata-se de uma ampliação da planta no quadro informativo visível na primeira foto.

A planta sugere um apartamento de largura 4,65m (soma das larguras dos quartos: 2,05m+2,50m+0,15cm = 4,65m, considerando uma parede de espessura de 15cm) e comprimento 8,30m (2,00m+0,15m+2,05m+0,15m+3,95m = 8,30m), ou seja, de área 38,6m² e não 40m². Mas tudo bem, 38,6m² cabe dentro de 40m², a Etna apenas arredondou para cima.

Consideremos agora a cozinha, que está na foto ao lado, basta clicar sobre a mesma para aumentar a imagemFoto da cozinha do apartamento. Segundo a planta, a cozinha tem a mesma largura que o quarto, ou seja, 2,05m. Mas na foto vemos que na cozinha há espaço para colocar, lado a lado, da direita para esquerda, um fogão de 4 bocas típico (largura 0,60m a 0,80m), uma pia de inox de tamanho padrão (largura 1,2m), uma geladeira 300L (largura 0,80m), sem contar o pedaço do armário de canto (largura extra de aprox. 0,2m). Ou seja, só de móveis, a cozinha ocupa no mínimo 3,00m em largura.

O tamanho do apartamento é, no mínimo, 46,8m². Será que eles cometeram o mesmo “engano” no comprimento dos quartos, da cozinha ou da sala? Ou na largura da sala? Não tive tempo nem paciência para verificar ou medir.

Questionei o vendedor da exposição sobre a possibilidade das medidas estarem equivocadas, mas ele preferiu tratar minha pergunta com indiferença.

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Comprando uma Geladeira com Freezer

20 Fevereiro 2009 · Deixe um comentário

Nas últimas etapas do caça-casa está a aquisição de uma refrigerador (no vocabulário popular, uma geladeira). A  principal decisão a ser tomada está na capacidade, em litros, que mede o quanto cabe dentro do refrigerador. Veja algumas considerações que podem ser úteis nesta decisão.

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Vistoriando um imóvel antes de comprar (2)

30 Janeiro 2009 · Deixe um comentário

Aqui estão mais algumas dicas para inspecionar um apartamento de interesse antes da compra. 

Quartos e salas. Observe que um cômodo que não seja um retângulo (ou seja, com 5 ou mais cantos) inutiliza muito espaço e dificultará o posicionamento de móveis. Pense que você pederá 1m2 a cada 3 cantos. Um quarto hexagonal, por exemplo, com 6m2, terá uma área útil de apenas 4-5m2. Com uma fita métrica, verifique se os móveis de tamanho padrão como cama, criado mudo e armários realmente cabem no espaço disponível. Prefira imóveis com quartos (e se possível também sala) com janelas voltadas para o leste (onde o sol nasce). Eles são, na maioria das vezes, mais frescos e agradáveis. Imóveis voltados para o oeste (onde o sol se põe) tendem a ser frios de manhã e abafados a tarde.

Banheiros. Acione a descarga, ligue o chuveiro e abra torneiras sem receio. As torneiras e o chuveiro devem fechar sem pingar. Verifique a se pia e vaso sanitário estão firmes. Certifique-se que os ralos dão vazão para a água. Observe a porta do banheiro, ela pode estar empenada ou podre em decorrência da água do chuveiro. A presença de mofo no teto e nas janelas indica ventilação ineficiente. Tenha consciência que modelos antigos de torneiras futuramente exigitão consertos, e provavelmente não haverá peças de reposição para elas.

Quadro de força. Analise os disjuntores. Uma instalação de má aparência revela que por dentro do imóvel há uma péssima instalação elétrica. Compare o valor dos disjuntores com a soma da potência dos eletrodomésticos que você pretende usar em casa cômodo. Acione os interruptores para ver como eles funcionam e se eles estão situados em locais inteligentes. Se o apartamento estiver sem luz ou sem lâmpadas, redobre a atenção, pois isto impedirá de verificar itens que dependem da energia elétrica.

Gastos futuros. Estude a possibilidade de conversar com o administrador do edifício para saber quais são os planos para futuras reformas e previsão de aumento de despesas e condomínio. Ele saberá dizer também se o apartamento está em dia ou não com suas obrigações.

Vizinhança. Se possível, converse com o porteiro, zelador ou faxineiro do edifício. Bata um papo com pessoas que tipicamente sempre estão andando pela vizinhança. Por exemplo, recomendo o vigia do bairro que está sempre por dentro das ocorrências. Ou vigias de clínicas, estacionamentos ou restaurantes próximos também podem ser fonte de informações úteis. Claro, é necessário um pouco de jeitinho para falar com estas pessoas.

Estude a região para conhecer se há pontos badalados pertos, como restaurantes, barzinhos ou discotecas. Eles poderão ser inconveniente por causa da música alta e falatório da pessoa. Também pelo cheiro proveniente das chaminés da cozinha. E por causa do transito dos carros e taxis. Da mesma forma, estádios de futebol podem ser inconveniente devido ao grande número de pessoas que eles atraem. Outras causa de poluição sonora pode proximidade de clínicas, hospitais, bombeiros e polícia, por causa das viaturas com sirene.

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Vistoriando um imóvel antes de comprar

29 Janeiro 2009 · Deixe um comentário

Já faz um certo tempo que estou documentando minhas (más) experiências para comprar um imóvel. Chegou a hora de falar um pouco sobre o raro imóvel que surpreendemente agrada.

Pense no futuro. Você viverá no imóvel pelo menos por um ano. Se não é um casamento, é praticamente um bom noivado com seu apartamento ou casa. Portanto escolha bem o local, o formato dos cômodos e o estado do imóvel. Pense o quanto você pretende modificar nele com o passar do tempo, e quanto esforço e investimento isto exigirá.

Seja um consumidor consciente. Os preços dos imóveis estão artificialmente inflados por causa da especulação imobiliária. O valor do imóvel, no momento, é aproximadamente o dobro que ele realmente vale. Infelizmente, não há nada que você possa fazer a não ser aceitar os preços do mercado. Tenha consciência que seu investimento só será seguro enquanto todos continuarem a acreditar (ou fantasiar) que seu imóvel continuará valendo tanto ou até mais.

Seja exigente (mas não chato). Apesar do mercado imobiliário estar bastante concorrido, você não deve simplesmente aceitar o que o corretor oferece. Os corretores estão vendendo tão bem que não precisam zelar pela qualidade. Mas isto não significa que você deve aceitar algo ruim.

Já que vai pagar caro, exija que o imóvel esteja em condições razoáveis. Pelo menos, ítens difíceis de reformar ou consertar já devem estar em boas condições no momento da compra. Isto inclui:

  • Elétrica, hidráulica (tubulações), gás, interfone, telefone, pontos de internet, pontos de TV, etc. Reparos estarão em locais de difícil acesso e custarão bastante tempo e dinheiro..
  • Janelas, portas e móveis embutidos. Se estiverem é condições ruins, reparos são pouco eficazes e exigirão irão exigir substituição total.
  •  Infiltrações, umidade e mofo. São problemas praticamente impossíveis de resolver. Especialmente infiltrações em apartamentos exigirá reparos em áreas comuns do condomínio, que demorarão muito tempo até acontecerem, se é que acontecerão…

Isto é o mínimo necessário que o vendedor deve oferecer. Caso contrário, não tenha receio de negociar um bom desconto para cobrir as despesas de uma reforma mais profunda. O desconto poderá ser, facilmente, R$10 a 15 mil. Não contabilize apenas o custo de mão de obra e material para reforma, mas também o tempo que você ficará com o imóvel adquirido indiponível, e os transtornos que as reformas causarão durante a mudança.

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Dicionário Imobiliário: Apartamento bem Iluminado

8 Janeiro 2009 · Deixe um comentário

Este artigo é parte do Irônico Dicionário Imobiliário, que esclarece algumas frases engraçadas e típicas de anúncios imobiliários.

Nos anúncios, ao ler “bem iluminado”, entenda: Janelas pequenas, mas não minúsculas.

Sempre estranhei como os apartamentos aproveitam mal as possibilidades de iluminação natural. Ainda mais em um país como o Brasil, abençoado com muito sol e tempo bonito. Parece estanho viver em quartos mal iluminados e ainda gastar energia elétrica durante o dia.

Veja esta figura:

Uma janela minusculaFoi uma opção de janela muito infeliz, quarto poderia receber facilmente  5 a 6 vezes mais luz natural.

  • Apenas 1/3 da largura da parede é destinado para a janela. A moldura da janela poderia utilizar toda a largura da parede, garantindo 3 vezes mais luz natural. Não é estrutura nem viga nem encanamento nessa parede justificando o tamanho reduzido da janela.
  • A janela possui veneziana deslizante na horizontal que sempre cobre metade da janela. Uma veneziana com movimento na vertical ou que dobra na vertical permitiria abrir a janela por completo.
  • Para uma sala, por que não ser mais audacioso e optar por uma janela que vai do chão até o teto?!

Claro, quanto maior a janela, menos privacidade. Mas ai é só utilizar uma cortina leve e parcialmente transparente. A luz entra, mas as pessoas de fora não vêem o que está por dentro.

Como sempre, a janela pequena foi para economizar e reduzir o custo do apartamento. E os moradores que fiquem na penumbra. Do mal, o menos pior, eu já visitei apartamentos com quartos com janelas ainda maiores.

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Dicionário Imobiliário: Banheiro de Empregada

8 Janeiro 2009 · Deixe um comentário

Este artigo é parte do Irônico Dicionário Imobiliário, que esclarece algumas frases engraçadas e típicas de anúncios imobiliários.

Nos anúncios, ao ler “banheiro para empregada”, entenda: Espaço desperdiçado que será transformado em quartinho de tranqueiras.

Claro, nos apartamentos muito grandes, o proprietário ou sua familia não terá paciência e tempo de limpar o apartamento. E como conseguiu comprar este apartamento, certamente não lhe falta dinheiro, portanto ele tem condições de pagar uma faxineira. Neste caso, acho perdoável ter um banheiro para a empregada.

A realidade é que maioria dos apartamentos são bem pequenos (menos que 80m2). Mas possuem um banheiro de empregada. Para mim, isso não é racional, pois traz várias desvantagens, além de ser de pouca utilidade.

Mesmo sendo pequeno suficiente apenas para um vaso sanitário e uma minúscula pia, o banheiro de empregada consome espaço de aproximadamente 3 a 5% de apartamento pequeno. Querendo ou não, é uma parcela razoável em um espaço que já é apertado. Para garantir o banheirinho, a planta abre mão de várias coisas importantes: uma dispensa para alimentos ou um espaço para guardar material de limpeza. O que, alias, é curioso, pois a planta dos apartamentos pequenos que visitei não haviam destinado lugar para estas coisas.

A instalação do banheirinho aumenta consideravelmente o custo do apartamento. É necessário instalar uma tubulação extra de água e esgoto. Raramente a planta é inteligente para compartilhar esta tubulação com a cozinha ou a lavanderia. Além disso, prejudica uma distribuição melhor dos cômodos pois é necessário um caminho para a ventilação. Gasta-se mais material para paredes e acabamento.

Acontece que, como o apartamento é pequeno e a familia não quer pagar uma faxineira, o banheiro acaba se transformando em espaço para tranqueiras. E quem compra um apartamento pequeno não quer gastar, portanto por quê aumentar o custo da obra com um banheirinho que não vai ter utilidade?

Na minha peregrinação a busca de um apartamento, precisei rir para não chorar: Uma pequena kitnete, de 30m2, onde micro-cozinha, mini-quarto e mini-sala eram todos um único cômodo, havia um banheirinho para empregada além do banheiro normal. Será que uma pessoa não dá conta de limpar um único cômodo de 30m2? Será que alguém que mora numa micro kitnete é tão grã-fino que não pode limpar seu próprio apartamento? E o espaço do banheirinho representa praticamente 10% da kitnete! Tudo para ser chique.

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Compensa comprar apartamento mais caro com condomínio barato?

26 Setembro 2008 · 2 Comentários

Ao comprar um apartamento, existem dois fatores importantes a serem considerados: o preço de compra do imóvel e o valor mensal da taxa de condomínio.

Ao escolher entre dois apartamentos semelhantes, a intuição sugere optar pelo apartamento mais caro se a taxa de condomínio for mais barata. Mas até que ponto compensa pagar mais pelo apartamento por causa da taxa de condomínio menor? Será que vale a pena mesmo?

Minha resposta é: calculando friamente, é melhor pagar condomínio mais caro se o preço apartamento for mais menor. Leia mais e veja por quê.

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Dicionário Imobiliário: Sala de dois ambientes

22 Setembro 2008 · Deixe um comentário

Este artigo é parte do Irônico Dicionário Imobiliário, que esclarece algumas frases engraçadas e típicas de anúncios imobiliários.

Nos anúncios, ao ler “sala de dois ambientes”, entenda: Sala de estar onde as pessoas insistem em se espremer para também ter espaço para refeições.

Pela lógica, um cômodo de “vários ambientes” é formado ao unir dois cômodos com funções diferentes, eliminando a parede entre eles. É uma solução natural buscando o convívio harmonioso das pessoas, evitando isolar pedaços das casas. Favorece um ambiente amplo, mais dinâmico e mais rico em vida. A foto ao lado mostra um exemplo bem simples, no qual a sala de estar e a sala de jantar são dois cômodos independentes, mas que formam um único espaço.

A realidade, no entanto, é outra. Ao invés de promover a união dos cômodos, a busca para valorizar demasiadamente o apartamento tem levado ao efeito contrário. Divide-se a sala, por menor que seja, para atribuir-lhe mais de uma função. Tipicamente são três: sala de estar, sala de TV e sala de jantar. Os sofás ficam menores ou mais espremidos para liberar espaço para uma minúscula mesa com três ou quatro cadeiras. Não há uma separação visual que permita identificar os ambientes.

Veja na figura ao lado. Há espaço para apenas um sofá. No canto perto da janela, uma mesa que destoa com a função da sala. O resultado é desastroso. Não há espaço para as refeições, nem para um segundo sofá. A TV fica buzinando nos ouvidos das pessoas que estão comendo ou presentes na sala de estar.

Referências:

  • BCS Incorporadora e Adm. Ltda. Apartamento St. Louis: http://www.bcsincorp.com.br/stlouis/planta.html

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Dicionário Imobiliário: Cozinha Americana

21 Setembro 2008 · Deixe um comentário

Este artigo é parte do Irônico Dicionário Imobiliário, que esclarece algumas frases engraçadas e típicas de anúncios imobiliários.

Nos anúncios, ao ler “cozinha americana”, entenda: Minúsculo corredor com um fogão, uma geladeira uma pia. De tão estreito, a parede é aberta para permitir preparar as refeições na sala.

É típico do “american way of live”. Uma cozinha totalmente projetada para praticidade. No centro, encontra-se uma bancada com pia para preparar as refeições e lavar os alimentos. O espaço é amplo, com muitos armários. Existe lugar reservado para o fogão, a geladeira e a máquina de lavar louças, sem contar o micro-ondas, a máquina-de-fazer-pão, o forno-elétrico, a torradeira, a máquina de café e muitos outros eletrodomésticos típicos de um modesto lar americano (veja a foto ao lado).

O interessante é que a cozinha está junto à sala de jantar, sem divisão por paredes. De fato, a cozinha americana é tão grande que lá dentro cabe toda sala de jantar. A praticidade está em tomar café, almoçar e jantar no mesmo cômodo onde são preparadas as refeições. Tudo está ao alcance.

No Brasil, são comuns algumas adaptações tupiniquins. Para economizar espaço, foi abolida a sala de jantar. Por este motivo, serve-se as refeições na mesma bancada destsinada preparar os alimentos. A foto ao lado mostra uma imitação curiosa de cozinha americana. Fiquei surpreso ao notar que o fogão não está na parede, mas na bancada central, de forma a queimar as pessoas que estão comendo (veja foto ao lado).

Ainda existem simplificações mais interessantes. Um exemplo típico são as “cozinhas americanas” dos apartamentos da costrutora MRV. Nelas, a “bancada central” é a parede rebaixada para outro cômodo. Outra adaptação, é a cozinha ser aberta para a sala, uma vez que não há sala de jantar. Note que há apenas um armário e nenhum espaço para guardar ou preparar alimentos. O tanque e a máquina de lavar roupas são elementos novos nessa “cozinha americana”.

Referências:

  • Empresa americana especializadas em cozinhas americanas: http://www.americancabinet.com/kitchen_pictures.htm
  • Contra exemplo da MRV: http://www.flickr.com/photos/28938233@N02/

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